quarta-feira, 15 de abril de 2015

A flor de lótus

O significado da flor de lótus começa em suas raízes – literalmente! A flor de lótus é um tipo de lírio d’água, cujas raízes estão fundamentadas em meio à lama e ao lodo de lagoas e lagos. O lótus vai subindo à superfície para florescer com notável beleza. O simbolismo está especialmente nesta capacidade de enfrentar a escuridão e florescer tão limpa, tão bonita e tão especial para tantas pessoas.
À noite as pétalas da flor se fecham e a flor mergulha debaixo d’água. Antes de amanhecer, ela levanta-se das profundezas novamente, até ressurgir novamente à superfície, onde abre suas pétalas novamente. Por causa desse ritualismo, os egípcios antigos associavam a flor de lótus com o deus do sol Ra, porque a flor se fecha durante a noite e se abre todas as manhãs com o ressurgimento do sol.
É também a única planta que regula o seu calor interno, mantendo-o por volta dos 35º, isto é, a mesma temperatura do corpo humano. Outra característica peculiar são suas sementes, que podem ficar mais de 5 mil anos sem água, somente esperando a condição ideal de umidade pra germinar.
O significado da flor de lótus começa em suas raízes – literalmente! A flor de lótus é um tipo de lírio d’água, cujas raízes estão fundamentadas em meio à lama e ao lodo de lagoas e lagos. O lótus vai subindo à superfície para florescer com notável beleza. O simbolismo está especialmente nesta capacidade de enfrentar a escuridão e florescer tão limpa, tão bonita e tão especial para tantas pessoas.
À noite as pétalas da flor se fecham e a flor mergulha debaixo d’água. Antes de amanhecer, ela levanta-se das profundezas novamente, até ressurgir novamente à superfície, onde abre suas pétalas novamente. Por causa desse ritualismo, os egípcios antigos associavam a flor de lótus com o deus do sol Ra, porque a flor se fecha durante a noite e se abre todas as manhãs com o ressurgimento do sol.
É também a única planta que regula o seu calor interno, mantendo-o por volta dos 35º, isto é, a mesma temperatura do corpo humano. Outra característica peculiar são suas sementes, que podem ficar mais de 5 mil anos sem água, somente esperando a condição ideal de umidade pra germinar.

Do Tempo da Outra Senhora: Efemérides de Abril (Nova versão)

Do Tempo da Outra Senhora: Efemérides de Abril (Nova versão): 15 de Abril A 15 de Abril de 1516, Isabel de Aragão (1270-1336), esposa de el-Rei D. Diniz (1261-1325) é beatificada por Leão X (14..

Obrigada professor por nos dar a ler a nossa história de e por agora a da Rainha Santa Isabel no ano passado tive uma visita guiada ao convento de Santa Clara .

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Torre do Bugio ou Fortaleza de São Lourenço da Cabeça Seca

 Classificação:
Monumentos; locais de interesse público; fortes e fortificações Uma das mais curiosas construções de defesa marítima, não só pelo local onde se encontra mas também pela sua arquitectura, o Bugio é uma verdadeira sentinela de vigia da entrada no estuário do Tejo. A primeira «fortificação» aqui erigida era pouco mais que uma base de madeira para algumas peças de artilharia. Só por volta de 1593, sob a direcção de Frei João Vicêncio Casale, se iniciou a construção da fortificação. Para este trabalho foram construídas embarcações próprias destinadas ao transporte dos materiais de construção, especialmente pedra trabalhada na Feitoria, no local onde se situa hoje a Piscina Oceânica. A torre central tem um farol. Embora não se saiba bem quando foi instalado o farol, sabe-se sim que foi modernizado em 1836. A Torre do Bugio constitui um excelente exemplo de fortaleza renascentista de planta redonda, tendo sido projectada por um arquitecto italiano a trabalhar em Portugal e, segundo Rafael Moreira, inspirada no Castelo Sant´Angelo de Roma. A Torre integra uma capela com retábulo-mor em embrechados de mármore e paredes e tectos forrados a madeira. Muito recentemente esta construção esteve ameaçada, devido à erosão do mar sobre o seu suporte rochoso. A estrutura exposta à fúria das ondas sofreu vários danos, que ameaçaram todo o edifício. Após vencidas algumas dificuldades administrativas, acabaram por ser levadas a cabo obras de reparação e consolidação da Fortaleza.  

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Semana Santa

Por que Jesus lavou os pés dos apóstolos?
Poucas horas antes de sua morte, Jesus se reuniu com os apóstolos para participar da Páscoa. Ele sabia que estaria deixando estes companheiros para cumprir a sua missão na cruz e, logo depois, voltar ao Pai. Com certeza, ele queria aproveitar ao máximo estas últimas horas. Depois de três anos de trabalho com estes homens, que tipo de mensagem ele destacaria? Poderíamos imaginar estudos intensivos sobre doutrinas principais, ou eloqüentes discursos sobre a natureza e o caráter de Deus. Tais assuntos são importantes, e parecem tópicos dignos das últimas horas do Mestre.
Os apóstolos se reclinaram à mesa para participar da ceia quando Jesus se levantou, pegou água e uma toalha, e começou a lavar os pés deles (leia o relato em João 13). Com tantas coisas importantes que poderia falar, Jesus tomou tempo para lavar os pés dos discípulos? Por quê?
Algumas pessoas têm usado este trecho para incluir uma cerimônia de lavagem de pés no culto da igreja. Além do fato que jamais encontramos tal prática nas reuniões das igrejas primitivas, tal abordagem ritua-lista perde o significado mais profundo do ato de Jesus. Nesta ocasião, Jesus ensinou, pelo menos, duas lições importantes:
1. A purificação para ter comunhão com ele. Quando ele chegou a Pedro, este recusou a lavagem de pés (compare a atitude dele com a humildade de João Batista quando pediu que Jesus o batizasseB Mateus 3:13-14). Mas, quando Jesus falou que precisava ser lavado para participar dele, Pedro mudou de idéia: "Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça" (João 13:9). Se precisava de purificação para estar em comunhão com Cristo, Pedro não queria arriscar a rejeição pelo Senhor. Jesus explicou que só precisava lavar o que ainda estivesse sujo. Assim ele comentou sobre o grupo dos apóstolos. A maioria já estava purifica-da, mas nem todos. Judas Iscariotes não manteria comunhão com Cristo porque seu coração foi dominado por Satanás. Sem a santificação, "ninguém verá o Senhor" (Hebreus 12:14).
2. A humildade para servir. Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus disse: "Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou" (João 13:14-16). Jesus se esvaziou, deixando a glória do céu, para servir aos homens (Filipenses 2:5-8). Ele mostrou que nós devemos nos humilhar para servir aos outros. Como ele lavou os pés, nós devemos procurar oportunidades para humildemente servir uns aos outros.