domingo, 18 de março de 2012

A minha Cidade Almada

Existem lembranças que são fontes perenes de amor. Recordá-las é como caminhar descalço na areia da praia num começo de manhã de céu azul, a brisa do mar misturada aos raios do sol, aquele ventinho morno que se derrama na pele com gentileza rara. Recordá-las é um cafuné gostoso que a vida reinventa. Quando estamos tristes, cansados, aborrecidos, também podemos ir até lá, onde essas lembranças moram. Podemos escolher uma delas para nos banharmos com o sentimento bom de que é feita. Ver de novo. Sentir de novo. Alimentar o coração. É um jeito afetivo de renovar a energia no momento presente

quarta-feira, 14 de março de 2012

A minha Cidade Almada

Almada oferece cultura, lazer e uma gastronomia com sabor a mar.

Terra de água, ponto de encontro entre o Atlântico e o Tejo, onde a qualidade paisagística e o património natural são temperados por um clima ameno.

Muito mais do que uma varanda debruçada sobre o rio e Lisboa, Almada é um sítio de acontecimentos, congressos, eventos, encontro de gentes e culturas.

Aqui tem lugar a história que nos abre as portas para o coração da cidade,
para o bulício do dia
para o sorver da cultura,
para a dinâmica da vida

A minha Cidade Almada

Almada a Cidade que me viu nascer, recordoa nas minhas visitas á familia as idas e vindas no cacilheiro,
o fascínio do Tejo a rua onde nasci bem perto do Seminário,a minha irmã no recreio da escola a dizer-me adeus, por mais um ano. Como vai longe esse
Almada na História

A presença de Almada nos grandes momentos da História de Portugal é uma constante, donde se destacam os cidadãos, factos e instituições que contribuíram para o desenvolvimento deste concelho.

A proximidade do rio constituiu, desde sempre, um factor determinante para a fixação de pessoas, desde a pré-história até à actualidade.

A presença humana em Almada, topónimo de raiz árabe, remonta à pré-história. Por esta margem passaram os mais diversos povos que se sedentarizaram e aqui trocaram as suas experiências e mercadorias.

No final do século XIX Almada industrializa-se, com a actividade económica centrada no sector corticeiro e nas indústrias de moagem

A partir de 1940, a instalação de novas indústrias motiva a explosão demográfica. A década de 60 fica marcada pela inauguração da Ponte sobre o Rio Tejo e pela expansão doa estaleiros navais da Lisnave.

Almada cresce, ganha identidade própria, qualifica-se, trilha a sua própria História, da qual aqui apresentamos as principais etapas.

tempo.

A Minha Cidade Almada

quarta-feira, 7 de março de 2012

Dia da mulher

8 DE MARÇO É DA MULHER

As mulheres do Século XVIII eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas. Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres.

terça-feira, 6 de março de 2012

DIA DA MULHER


Sede como MARIA - Mãe de Jesus - Bem Aventurada

Bem aventurada a mulher que cuida do próprio perfil interior e exterior, porque a harmonia da pessoa faz mais
bela a convivência humana. Bem aventurada a mulher que, ao lado do homem, exercita a própria insubstituível responsabilidade na família, na sociedade, na história e no universo inteiro.
Bem aventurada a
mulher chamada a transmitir e a guardar a vida de maneira humilde e grande. Bem aventurada quando nela e ao redor dela acolhe faz crescer e protege a vida.
Bem aventurada a mulher que põe a inteligência, a sensibilidade e a cultura a serviço dela, onde ela venha a ser diminuída ou deturpada. Bem aventurada a mulher que se empenha em promover um mundo mais justo e mais humano. Bem aventurada a mulher que, em seu caminho, encontra Cristo: escuta-O, acolhe-O, segue-O, como tantas mulheres do evangelho, e se deixa iluminar por Ele na opção de vida. Bem aventurada a mulher que, dia após dia, com pequenos gestos, com palavras e atenções que nascem do coração, traça sendas de esperança para a humanidade.


Capela

A capela da Nossa Senhora dos Anjos, fica situada no jardim á saída da Lourinhã. Conta a lenda que um pastor junto da margem do Rio Grande, encontrou

uma imagem de Nossa Senhora com o Menino nos braços em cima de uma árvore.

Seria (loureiro ou figueira ? )correu á vila a contar a descoberta. O povo ai se juntou levando,

a imagem da Senhora, para a Igreja de Santa Maria do Castelo ,para ser venerada.

Na manha seguinte, a imagem da Senhora estava novamente, em cima da árvore.

Depois de reunirem resolveram, construir pequena Ermida, para a Nossa Senhora, e mais tarde

a atual capela. Construída no séc XVI . É um templo de uma só nave, com um arco de pedra da época.

A capela-mor construída em 1674, com abóbada de berço decorada com o símbolo mariano.

Sobre o arco da entrada, abre-se um grande janelão que dá luz ao corpo da capela no altar o Trono da Senhora, com as colunas estriadas em azul e ouro  do séc  XVIII

Digno de registo, a base do púlpito em mármore vermelho, de  lage   quadrada emoldurada com  artísticos  ornatos .No adro da Igreja em 1667 foi construída a casa do (andador ou ermitão) que ai viveria

Com  a  família, os mais antigos ainda recordam, ao domingo de manha, com uma capa azul e branca, o ermitão pedir esmola para a igreja .

Em 1956 a capela encontrava-se em adiantado estado de  degradação  mas um benemérito ,

Lourinhanense a residir em Lisboa, de nome António Inácio Salsinha ,custeou todas a obras .

  Mais tarde foi eleito Provedor da Confraria  ,tendo lhe sido oferecido todos os vitrais para as janelas, do vitralista, Mário Costa

Para a  Capela representando Nossa Senhora, S Francisco, e Santa Clara e figuras de Anjos.

     

 Agradeço ao SR RUI MARQUES MATEUS  por o belíssimo livro

       Vamos Falar da  Lourinhã

                                     Manuela Mergulhão .