sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Peniche Igreja de S Pedro

O Patriarca de Lisboa lembrou que, “ao longo dos seus 400 anos, esta igreja representa mais de 20 gerações de Peniche com ligação a este templo. Por isso, esta é uma Casa de Deus com passado e que, com este maravilhoso restauro terá futuro”. Na sua homilia, D. Manuel Clemente referiu que “as igrejas reconstruídas são também sinal de que a vida de Jesus Cristo nunca acaba e que, de restauro em restauro, a partir de Deus, é possível continuar”.
 Depois de um período de encerramento de cerca de dois anos para obras de restauro e melhoramento, com um investimento global superior a 800 mil euros, a intervenção permitiu colocar a descoberto uma pintura barroca no teto da capela-mor, da autoria do pintor Pedro Peixoto, datada do início do século XVIII e que durante mais de um século esteve tapada. Na celebração de reabertura do templo, o pároco de Peniche, padre Pedro Silva, partilhou com toda a comunidade a “comoção, a fé e alegria”. “Sinto o peso e a fé que as pessoas de Peniche sentem por este edifício e o respeito pelo seu passado”, afirmou o pároco.
De referir que a obra contemplou a conservação e restauro de toda a arte sacra, a substituição do telhado do edifício, obras no altar e sacristia, abrangendo ainda alterações ao nível da pintura (interior e exterior). O projeto, da paróquia de Peniche, foi financiado em 80% pelo ‘Mais Centro’ - Programa Operacional Regional do Centro -, cabendo à paróquia de Peniche custear o investimento não elegível pela candidatura, correspondendo a aproximadamente 172 mil euros. Investimento que foi possível com a ajuda e envolvimento voluntário de toda a comunidade local, através de donativos e da realização de atividades, com o objectivo de angariação de fundos para as obras.

texto por Luísa Inês, Jornal ‘A Voz do Mar’ - Peniche


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O Farol

A minha pintura do farol é uma surpresa para a minha filha que os visita sempre que
passa perto de algum .

domingo, 9 de novembro de 2014

POESIA

MIGUEL TORGA, in DIÁRIO VIII (Ed. do Autor, Coimbra, 1959)
MINIATURA
Pois eu gosto de crianças!
Já fui criança, também…
Não me lembro de o ter sido;
Mas só ver reproduzido
O que fui, sabe-me bem.
É como se de repente
A minha imagem mudasse
No cristal duma nascente,
E tudo o que sou voltasse
À pureza da semente.
*

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Poesia

PIRATA
Sou o único homem a bordo do meu barco....
Os outros são monstros que não falam,
Tigres e ursos que amarrei aos remos,
E o meu desprezo reina sobre o mar.

Gosto de uivar no vento com os mastros
E de me abrir na brisa com as velas,
E há momentos que são quase esquecimento
Numa doçura imensa de regresso.
A minha pátria é onde o vento passa,
A minha amada é onde os roseirais dão flor,
O meu desejo é o rastro que ficou das aves,

domingo, 12 de outubro de 2014

Coro Municipal de Lourinhã

História do Mosteiro de Montserrat

Este mosteiro Beneditino foi contruído na base do Monte Serreado, na idade Média, ao redor da gruta onde tinha sido encontrada (em 880) a imagem da Nossa Senhora de Monte Serreado (La Moreneta), padroeira da Catalunha. Foi destruído pelas tropas francesas em 1811, durante a Guerra Peninsular, e reconstruído em 1844.
Em Homenagem a Senhora de Monserrate Padroeira de Ribamar

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Reguego Grande


A Freguesia de Reguengo Grande, situada no extremo Norte do distrito de Lisboa, é também a freguesia que delimita o Concelho de Lourinhã a Nordeste. Estende-se desde o Vale de Flandres, local onde ocorreu a Batalha da Roliça, nas Invasões Francesas, até ao Planalto das Cezaredas, onde, segundo a história, as tropas de Júlio César acamparam e onde encontra os limites da Freguesia do Moledo, esbarrando depois a Sul com a freguesia da Moita dos Ferreiros.

     Terra muito antiga, desconhece-se a sua origem sabendo-se no entanto que eram terras pertencentes ao Rei de modo que o próprio topónimo perpetuou essa fase da sua história. Além disso, D. Pedro nos seus amores com D. Inês andou por estas paragens, existindo até uma casa muito antiga onde se diz que chegou a pernoitar e de tal modo ficou reconhecido que atribuiu à freguesia certos privilégios como por exemplo o dos seus habitantes só irem à guerra quando o próprio Rei fosse.

     Aquando dos inquéritos mandados realizar em todo o país pelo Marquês de Pombal em 1758, já se falava no Reguengo como uma freguesia que em meados do Séc. XVIII tinha uma abundante produção de pão e especialmente frutas de maçãs de sorte que durante quase todo o ano iam, todos os dias, em muitas cargas para a cidade de Lisboa.

     Em termos administrativos, era uma das quatro freguesias que pertencia ao concelho de Óbidos, tendo passado para o Concelho da Lourinhã depois da reforma administrativa de Novembro de 1836

domingo, 5 de outubro de 2014

DEUS MEU


Muitas são as vezes que me afasto de Ti ... não propriamente por opção mas porque me deixo desviar por "trilhos" altamente manipuladores existentes na minha própria mente. Sempre na esperança de procurar atalhos, encurtar caminhos... numa busca incessante de felicidade imediata mas que na verdade apenas me conduzem para "labirintos" que só me retiram força, até me levarem ao desgaste fisico, mental e espiritual ...
Quero com isto agradecer-te por nunca teres desistido de mim. Resgataste-me nos momentos eu já não conseguia suportar!! Nunca me deste mais do que eu conseguia aguentar!! E mesmo em momentos como agora que aparentemente está tudo bem vais-me relembrando através da minha consciência que devo seguir o Teu caminho. Ambos sabemos que nem sempre é o mais facil mas é o mais claro e gratificante no fim de cada dia. Obrigado por Iluminares a minha Estrada !! Que Ele esteja Convosco Queridos Irmãos/as!!"

Palavras do jovem ator
DEUS MEU