terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Final de 2014


Este ano está a chegar ao fim e com ele bastantes tristezas e algumas desilusões
 O Novo Ano não tarda a bater as doze badaladas.
Vou dar-lhe as boas vindas com as últimas rosas do meu jardim foi bom não terem sido
Podadas apesar deste dezembro frio sempre fui tendo um outro botão
Agradeço a Deus este meu ano e por puder ir vendo a filha e neto.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Mais um Natal

Senhor para este Natal Tu sabes bem do que preciso muita paz.
Nestes tempos de tanta falta de amor de tantos conflitos, Te peço vem trazer ao mundo nesta noite de Natal um pouco de calor humano não deixes que matem crianças inocentes.
Tu vieste ao mundo para salvar mas passado mais de dois mil anos continuam a não se entenderem, os poderosos continuam a roubar, fazendo enormes fortunas e os pobres ficando mais pobres.
Os velhos ficando sozinhos ou metidos nos lares esperando o fim.

domingo, 7 de dezembro de 2014

SEGUNDO DOMINGO DO ADVENTO

Marcos 1, 1-8
 Preparai o caminho do Senhor…
 
 
 O nosso Deus, o Deus que Jesus nos mostrou, não é uma ideia abstracta. Nem um personagem distraído e desinteressado da nossa vida.
 É um Deus que vem ao nosso encontro. Que vem para nos fazer felizes.
 E tu, o que é que vais fazer?
 Tens duas hipóteses.
 Na primeira, trancas-te em casa, desejando que Ele não te incomode.
 Na segunda, preparas o caminho do Senhor para que Ele entre na tua casa e na tua vida.
 
Oremos:
 Preciso que venhas depressa à minha casa e à minha vida.
 Ajuda-me a ver os obstáculos que impedem o nosso encontro.
 E eu tirarei da frente tudo aquilo que impede a tua chegada.
O meu advento feito no meu silencio Vem Senhor JESUS

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Peniche Igreja de S Pedro

O Patriarca de Lisboa lembrou que, “ao longo dos seus 400 anos, esta igreja representa mais de 20 gerações de Peniche com ligação a este templo. Por isso, esta é uma Casa de Deus com passado e que, com este maravilhoso restauro terá futuro”. Na sua homilia, D. Manuel Clemente referiu que “as igrejas reconstruídas são também sinal de que a vida de Jesus Cristo nunca acaba e que, de restauro em restauro, a partir de Deus, é possível continuar”.
 Depois de um período de encerramento de cerca de dois anos para obras de restauro e melhoramento, com um investimento global superior a 800 mil euros, a intervenção permitiu colocar a descoberto uma pintura barroca no teto da capela-mor, da autoria do pintor Pedro Peixoto, datada do início do século XVIII e que durante mais de um século esteve tapada. Na celebração de reabertura do templo, o pároco de Peniche, padre Pedro Silva, partilhou com toda a comunidade a “comoção, a fé e alegria”. “Sinto o peso e a fé que as pessoas de Peniche sentem por este edifício e o respeito pelo seu passado”, afirmou o pároco.
De referir que a obra contemplou a conservação e restauro de toda a arte sacra, a substituição do telhado do edifício, obras no altar e sacristia, abrangendo ainda alterações ao nível da pintura (interior e exterior). O projeto, da paróquia de Peniche, foi financiado em 80% pelo ‘Mais Centro’ - Programa Operacional Regional do Centro -, cabendo à paróquia de Peniche custear o investimento não elegível pela candidatura, correspondendo a aproximadamente 172 mil euros. Investimento que foi possível com a ajuda e envolvimento voluntário de toda a comunidade local, através de donativos e da realização de atividades, com o objectivo de angariação de fundos para as obras.

texto por Luísa Inês, Jornal ‘A Voz do Mar’ - Peniche


sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O Farol

A minha pintura do farol é uma surpresa para a minha filha que os visita sempre que
passa perto de algum .

domingo, 9 de novembro de 2014

POESIA

MIGUEL TORGA, in DIÁRIO VIII (Ed. do Autor, Coimbra, 1959)
MINIATURA
Pois eu gosto de crianças!
Já fui criança, também…
Não me lembro de o ter sido;
Mas só ver reproduzido
O que fui, sabe-me bem.
É como se de repente
A minha imagem mudasse
No cristal duma nascente,
E tudo o que sou voltasse
À pureza da semente.
*

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Poesia

PIRATA
Sou o único homem a bordo do meu barco....
Os outros são monstros que não falam,
Tigres e ursos que amarrei aos remos,
E o meu desprezo reina sobre o mar.

Gosto de uivar no vento com os mastros
E de me abrir na brisa com as velas,
E há momentos que são quase esquecimento
Numa doçura imensa de regresso.
A minha pátria é onde o vento passa,
A minha amada é onde os roseirais dão flor,
O meu desejo é o rastro que ficou das aves,