quinta-feira, 29 de março de 2012

Somos livres de seguir o teu caminho


 


Somos livres para fazer as nossas escolhas, mas precisamos de fazê-las acertadamente. Muitas vezes, entramos em caminhos que inicialmente parecem bons, mas no fim conduzem-nos ao buraco.

 A cada ação que formos realizar, em qualquer momento ou circunstância, precisamos de pedir a Deus sabedoria e discernimento, para não entrarmos por caminhos tortuosos e afundarmos. “Escolhi seguir a trilha da verdade, diante de mim eu coloquei os vossos preceitos” (Sl 119,30).

 Quando temos uma reta intenção diante das situações, o próprio Senhor adianta-se em nos mostrar o caminho certo, e se por acaso errarmos com o desejo de acertar na vontade de Deus, Ele mesmo endireitará os nossos passos.

 Existem pessoas que são eternamente infelizes, porque não sabem fazer as escolhas certas para a sua vida. Tudo é muito simples, basta perguntarmos ao Senhor em cada situação: “Senhor, o que queres de mim? O que queres que eu faça? O que queres para a minha família?” Mostra-me os Teus caminhos!

 Peçamos ao Senhor a graça de sermos dóceis à vontade d’Ele em todos os momentos da nossa vida.

 Abençoa-nos Senhor com a Tua graça!

domingo, 25 de março de 2012

Fica a meu lado Senhor

Deixa-me deitar no Teu colo, meu Senhor,

deixa-me sentir Teu abraço de amor!

Dá-me a Tua paz, Tua alegria, Teu perdão,

estende, Senhor, sobre mim Tua mão

domingo, 18 de março de 2012

A minha Cidade Almada

Existem lembranças que são fontes perenes de amor. Recordá-las é como caminhar descalço na areia da praia num começo de manhã de céu azul, a brisa do mar misturada aos raios do sol, aquele ventinho morno que se derrama na pele com gentileza rara. Recordá-las é um cafuné gostoso que a vida reinventa. Quando estamos tristes, cansados, aborrecidos, também podemos ir até lá, onde essas lembranças moram. Podemos escolher uma delas para nos banharmos com o sentimento bom de que é feita. Ver de novo. Sentir de novo. Alimentar o coração. É um jeito afetivo de renovar a energia no momento presente

quarta-feira, 14 de março de 2012

A minha Cidade Almada

Almada oferece cultura, lazer e uma gastronomia com sabor a mar.

Terra de água, ponto de encontro entre o Atlântico e o Tejo, onde a qualidade paisagística e o património natural são temperados por um clima ameno.

Muito mais do que uma varanda debruçada sobre o rio e Lisboa, Almada é um sítio de acontecimentos, congressos, eventos, encontro de gentes e culturas.

Aqui tem lugar a história que nos abre as portas para o coração da cidade,
para o bulício do dia
para o sorver da cultura,
para a dinâmica da vida

A minha Cidade Almada

Almada a Cidade que me viu nascer, recordoa nas minhas visitas á familia as idas e vindas no cacilheiro,
o fascínio do Tejo a rua onde nasci bem perto do Seminário,a minha irmã no recreio da escola a dizer-me adeus, por mais um ano. Como vai longe esse
Almada na História

A presença de Almada nos grandes momentos da História de Portugal é uma constante, donde se destacam os cidadãos, factos e instituições que contribuíram para o desenvolvimento deste concelho.

A proximidade do rio constituiu, desde sempre, um factor determinante para a fixação de pessoas, desde a pré-história até à actualidade.

A presença humana em Almada, topónimo de raiz árabe, remonta à pré-história. Por esta margem passaram os mais diversos povos que se sedentarizaram e aqui trocaram as suas experiências e mercadorias.

No final do século XIX Almada industrializa-se, com a actividade económica centrada no sector corticeiro e nas indústrias de moagem

A partir de 1940, a instalação de novas indústrias motiva a explosão demográfica. A década de 60 fica marcada pela inauguração da Ponte sobre o Rio Tejo e pela expansão doa estaleiros navais da Lisnave.

Almada cresce, ganha identidade própria, qualifica-se, trilha a sua própria História, da qual aqui apresentamos as principais etapas.

tempo.

A Minha Cidade Almada

quarta-feira, 7 de março de 2012

Dia da mulher

8 DE MARÇO É DA MULHER

As mulheres do Século XVIII eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais

O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, está intimamente ligado aos movimentos feministas que buscavam mais dignidade para as mulheres e sociedades mais justas e igualitárias. É a partir da Revolução Industrial, em 1789, que estas reivindicações tomam maior vulto com a exigência de melhores condições de trabalho, acesso à cultura e igualdade entre os sexos. As operárias desta época eram submetidas à um sistema desumano de trabalho, com jornadas de 12 horas diárias, espancamentos e ameaças sexuais.

Dentro deste contexto, 129 tecelãs da fábrica de tecidos Cotton, de Nova Iorque, decidiram paralisar seus trabalhos, reivindicando o direito à jornada de 10 horas. Era 8 de março de 1857, data da primeira greve norte-americana conduzida somente por mulheres. A polícia reprimiu violentamente a manifestação fazendo com que as operárias refugiassem-se dentro da fábrica. Os donos da empresa, junto com os policiais, trancaram-nas no local e atearam fogo, matando carbonizadas todas as tecelãs.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher em homenagem às operárias de Nova Iorque. A partir de então esta data começou a ser comemorada no mundo inteiro como homenagem as mulheres.