Estamos aqui de
passagem, mas com o dever de fazer algo com sentido. Só no silêncio da fé se
abraçam a paixão e a razão.
Há quem viva uma vida
inteira sem nunca querer saber a verdade… um dia de cada vez, como se pudesse
começar e acabar quando lhe parece bem... mas escolher uma vida assim é como
decidir coser sem linha.
Há um silêncio em que
tudo se entrelaça, em que se desfazem os nós, se fecham as feridas e se cosem
todos os pedaços... tecendo um eu, inteiro... uma obra perfeita, cheia de
imperfeições.
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