domingo, 4 de outubro de 2015

Primeiro dia de outono ,apesar de  um pouco de vento amanheceu com muito sol .
Vim até a praia o mar sempre me encanta ,de uma beleza sempre única.
Fui tirando algumas fotos a praia está deserta; faço  caminha-da sobre a muralha o que há
 Algumas colegas da pintura 
muito não podia fazer.Este ano voltei a Academia voltar a ver as antigas colegas  algumas pela primeira vez e os professores o sair de casa ,e ter horário ajuda-me a viver . 
Vou  aproveitar cada dia como se fosse o ultimo  
         Manuela  

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Feito por artista portugues


O artista Alexandre Farto, que assina como Vhils, criou o rosto de Amália Rodrigues em calçada portuguesa, em colaboração com calceteiros da Câmara de Lisboa, uma obra que será desvendada na quinta-feira e vai ser capa de um disco.

A obra, que teve “dois a três meses de preparação mais quatro semanas de trabalho com os calceteiros” da Câmara de Lisboa e da Escola de Calceteiros de Lisboa, é a primeira de Vhils em calçada portuguesa, contou o próprio à agência Lusa.

Alexandre Farto escolheu trabalhar com este material, “muito importante para a história de Lisboa”, para “valorizar o lado artístico da calçada portuguesa e os calceteiros”. “A ideia era mais fazer uma colaboração com os calceteiros do que ter uma obra minha, misturando duas linguagens e fazendo um paralelismo com a arte pública mais antiga da cidade”, disse.

O desafio para criar o rosto da fadista partiu de Ruben Alves, o realizador de “A Gaiola Dourada”, que quando idealizou a capa do disco que andava a preparar – “Amália, As Vozes do Fado”, uma homenagem com fadistas da nova geração – se lembrou que “o fado é uma música urbana que nasceu nas ruas”, tal como o trabalho de Vhils.

“Ele aceitou logo o desafio e foi mais longe do que a minha proposta, sugerindo que o rosto fosse feito em calçada portuguesa”, contou Ruben Alves à Lusa.

Apesar de ser em calçada portuguesa, o retrato “aparece como uma onda do mar que [começa no chão e] subiu a parede”, explicou Vhils, acrescentando: assim, quando chover, “faz chorar as pedras da calçada”, havendo uma ligação ao fado.

 

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Almoço Atalaia


Uma tarde bem passada apesar da tristeza do ambiente de idosos que eu e maioria dos amigos nos encontramos Neste almoço partilhado com instituições do concelho de centros de dia  No meu caso e de algumas amigas da Academia Sénior ligadas ao mesmo estamos autónomas mas é a maneira de sentir que este é o futuro que esperamos mais dia menos dia á maioria de nós. Mas tentei por agora não pensar muito e almoçar em paz as sardinhas assadas batatas cozidas com casca salada pão de milho e melão este, foi mais um ano que pude estar presente tal como em anos anteriores, obrigada a voluntárias que ajudaram a proporcionar e aos dirigentes dos vários centros com simpatia cuidaram para que nada faltasse .
Lourinhã 1/7/2015
Manuela Mergulhão