sexta-feira, 26 de julho de 2013

A escrita


O mar e eu
As  minhas manhas  junto ao mar são sempre únicas pois sempre me encanta  com as ondas a desfazerem-se na areia ou junto ás rochas onde me gosto de sentar a ver as crianças a brincar ou a tentar pescar nas poças que na maré vazia lhe dão a ilusão de apanhar peixe.
Fico aproveitando o nosso sol que nestes dias de verão nos aquece e ilumina a nossa caminhada ao Teu encontro.
Obrigada Senhor por mais este dia.
      Manuela.

domingo, 21 de julho de 2013

Poesia na Academia

Tenho saudades das aulas de português  com a professora Maria do Carmo mas na vida tudo tem um tempo e esse passou; tive colegas algumas que mal conhecia com quem fiz amizade .
Nesta foto em que a Dona Aida celebrava o seu aniversário, foi a inauguração da biblioteca da nossa Academia tivemos chá e bolos o presidente da Junta bridou-nos com a sua presença foi uma tarde agradável com momentos de poesia .

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Momento de poesia

Ninguém me tira os silêncios, os meus silêncios
 
Comigo, sozinha, nos meus sítios.
Sítios esses que também não me tirarão nunca.
A paz, do meu miradouro preferido, não é tributável e não há dividendos sobre a beira rio em noites de trovoada o meu tempo a olhar para o céu.
Não me tiram a praia e o sol e os dias de verão e a pele a escaldar. Não me tiram o Arco-irìs nem o vento a bater-me na cara nos meus passeios e a beleza de um pôr do Sol ao final do dia. Não , Não me tiram porque eu não deixo.
 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Forte de paimogo

Arquitectura militar, barroca. Forte construído posteriormente à Restauração e a mando do Conde de Castanhede.
Situando-se no limiar do barroco, constitui um valioso exemplar de arquitectura militar do séc. XVII do tipo abaluartado, chamado "obra corna".
Constitui o 2º ponto fortificado a S. de Peniche e integra-se na 2ª linha fortificada, de Peniche a Cascais e à barra do Tejo.
Constitui um exemplar quase único de fortificações posteriores à restauração sem alterações arquitectónicas. Compõe-se de bateria virada ao mar, de planta irregular, e, no lado oposto, casa forte de planta rectangular com baluartes nos ângulos. Estes têm nos cunhais guaritas cilíndricas de cobertura cónica.
No frontispício, recuado em relação aos baluartes, abre-se portal de arco pleno ladeado de pilastras em alambor e encimado por lápide com inscrição e pedra de armas.
Casa forte com abóbada de berço encimada por terraço com parapeito para defesa a tiro de fuzil

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A nossa marcha.

Marcha da Academia -2013
Vem juntar-te a nós, aproveita a chance
É a Academia que vai a passar
Pelo S. João não há quem se canse       REFRÂO
Vem fazer amigos
Vamos lá marchar.
Se quem nos governa quiser aprender
O que a Academia tem p`ra ensinar
Venham aprender a cultivar a terra
Venham conhecer esta gente do mar.
                
Na Academia temos amigos
Lá convivemos com satisfação
Acerta o passo marcha comigo
Vem transmitir boa disposição
Nos passatempos
No recordar
É reviver
O que já passou
Olha para a história
Depois e verás tanto, que o mundo mudou
REFRÂO
 
Na nossa festa á diversão
Jogos e danças para divertir
Em união todos cantamos
Todos fazemos animação
Troca de ideias e partilhar
Conhecimentos que outros terão
E no final da nossa festa marchar
E dar vivas ao S João
 
Autoria
                               Rui Mateus

domingo, 30 de junho de 2013

ATÈ SEMPRE CARDEAL



Vivemos num país onde se instalou uma cultura do maldizer. Produzir um elogio torna-se quase uma coisa rara, reconhecer os méritos de alguém, quase uma blasfémia contra a corrente que exacerba a culpa, que humilha e despreza o Outro.
Não é um sinal dos tempos. É um sinal de ausência de autoestima coletiva e individual, de uma pobreza cultural e espiritual histórica fundada no egoísmo e no desejo de sobrevivência medíocre em que os valores da alteridade, do reconhecimento, do aplauso remetem para o universo dos mitos e ignoram aqueles que contribuíram para o crescimento e valorização do nosso país. Não duvido, por isso, que por estes dias, serão mais as páginas dedicadas às férias de Ronaldo e de Irina do que aquelas que vão reconhecer a figura deste grande homem da Igreja que se despediu com humildade do Patriarcado de Lisboa.
D. José Policarpo parte e deixa atrás de si uma imensa obra. Quer como Cardeal, quer como Professor. Um sábio, ousado e honrado homem da tolerância e do respeito pelos outros, firme nas suas convicções e corajoso nas decisões e nas palavras. Deixa a função num momento particularmente difícil da Igreja no quadro europeu e do país. A idade manda mais do que a vontade dos homens.
O mesmo aconteceu com Bento XVI. Mas não posso deixar de sublinhar o desprendimento ao poder, a humildade com que o entregou ao seu sucessor e a disponibilidade para continuar, dentro das suas capacidades, para servir e realizar a vocação que abraçou há mais de cinquenta anos: servir a sua Igreja para assim servir as suas gentes. A nossa gente.
Eu sei que não é possível confundir as estruturas de pensamento de um religioso com alguém que se dedicou à política e à causa pública. São naturezas e objetivos diferentes, embora as finalidades sejam as mesmas. Servir a comunidade, acrescentando-lhe bens de conforto materiais e espirituais.
Servir com desprendimento, servir com a generosidade de quem se entrega por paixão à nobre arte de saber ajudar os outros. Talvez haja no mundo da política, e de outros poderes que nasceram para servir os cidadãos, quem tenha aprendido o valor simbólico deste desprendimento de D. José Policarpo. Nem que seja só meia dúzia, valeu a pena. Por mim, deixo-lhe um abraço de saudade e gratidão.

sábado, 22 de junho de 2013

COIMBRA

Universidade de Coimbra é Património Mundial da Humanidade

A Universidade de Coimbra foi classificada Património Mundial da Humanidade, uma classificação atribuída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).