segunda-feira, 29 de junho de 2015

Termas do Vimeiro

As Termas do Vimeiro ao abandono do que foi uma estancia termal resta tudo fechado o Hotel de nome internacional de verão tudo cheio resta a solidão .
Fui até lá com a minha amiga Virgínia a portagem que nos levaria a ver a beleza do rio Alcabideche já nem abre .
(Uma  desilusão  vim de retorno ) 

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Capela S João Batista.


História

A data de edificação da Quinta da Cerca permanece ainda vaga, sabendo-se apenas que se trata de um solar típico dos séculos XVII-XVIII.

A capela terá sido construída numa fase posterior à da construção do edifício principal.

Sabe-se que o tecto da capela foi trazido da Quinta do Pombal, também em Almada, na altura em que a quinta pertencia à família Teotónio Pereira. Pensa-se que a Quinta da Cerca e o antigo Convento de S. Paulo terão sido um única propriedade, devido à proximidade dos dois edifícios e à confluência dos seus terrenos.

Durante as Invasões Francesas esta casa serviu de aquartelamento ao regimento de Junot sedeado em Almada. 

A quinta foi passando de proprietário em proprietário, até ser totalmente abandonada. Em 1974, após a revolução do 25 de Abril, a casa é ocupada por alguns serviços do Hospital de Almada, que necessitava de espaço.

Em 1988 a Casa da Cerca é comprada pela Câmara Municipal de Almada e restaurada.

A reutilização do espaço começa ainda em 1989, com a VI Festa de Teatro de Almada. Desde então todas as edições do Festival Internacional de Teatro de Almada são, anualmente, apresentadas na Casa da Cerca.

Casa da Cerca - Azulejos da Capela

Abre as portas como Centro de Arte Contemporânea em 1993, recebendo desde essa data reconhecidos artistas e exposições, de projecção nacional e internacional.

Arquitectura

A Casa da Cerca insere-se nas tradicionais quintas de recreio, tendo sido alvo de várias intervenções ao longo dos séculos cujas marcas perduram na linguagem barroca e romântica do edifício.

Pensa-se que o nome da Quinta tem a ver com a proximidade a uma das cercas da zona mais antiga de Almada, que assegurava a defesa da vila desde a Idade Média. A própria rua onde se situa o actual Centro de Arte Contemporânea chama-se Rua da Cerca e ainda são visíveis parcelas dessa “cerca”. A Quinta da Cerca prolonga-se por 14 000 m2 tendo sido, em tempos, composta por logradouro, terras de semeadura, vinhas, horta, pomar e jardim. Actualmente conserva a capela, a cisterna e arrecadação.

A Quinta da Cerca revela um modelo clássico da arquitectura civil dos séculos XVII – XVIII, através de uma planta em U, de fachadas simples e lineares, sendo este edifício considerado o maior e mais característico exemplar de arquitectura civil setecentista da cidade.

 

Pensa-se que poderá ter sido moradia de uma família da burguesia ascendente ou talvez casa de férias de uma família nobre.

 

Os azulejos que decoram a capela são setecentistas, de desenho figurativo a azul cobalto, representando a Anunciação, a Visitação, a Adoração dos Pastores, a Adoração dos Magos, s. Francisco, Stº António e o Cristo Crucificado.



 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

MAR

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN, in OBRA POÉTICA (Ed. Caminho, 2010; Assírio & Alvim, 2015)
 
FUNDO DO MAR
 
No fundo do mar há brancos pavores,
 Onde as plantas são animais
 E os animais são flores.
 Mundo silencioso que não atinge
 A agitação das ondas.
 Abrem-se rindo conchas redondas,
 Baloiça o cavalo-marinho.
 Um polvo avança
 No desalinho
 Dos seus mil braços,
 Uma flor dança,
 Sem ruído vibram os espaços.
 
 
Sobre a areia o tempo poisa
 Leve como um lenço.
 
Mas por mais bela que seja cada coisa
 Tem um monstro em si suspenso.

terça-feira, 9 de junho de 2015

O LAR

A  Mariazinha  como era conhecida em Torres Vedras desde que a conhecia dava da sua reforma e pedia para os sem Abrigo para a Quinta da Tomada o  bacalhau no Natal não podia faltar na mesa dos rapazes (palavras suas) .
Logo a seguir começava o pedido para na Pascoa para não faltar o cabrito conseguia avultadas quantias em dinheiros e em géneros.
Acompanhei o seu percurso de vida e muitas vezes fomos á quinta umas vezes no meu carro outras vezes no de outras amigas levarmos o que ela tinha conseguido ,ai havia a Capela onde fazíamos oração .na época com a Irma Maria Goncalves eram momentos de muita Paz que terminava com missa quando era possível ou que a celebração da palavra.
Os anos não perdoam os sem abrigo devem ser cada vez mais Mariazinha lá esta no lar sem saber muito bem onde está pensando bem! até é bom talvez assim não sofra; fomos visitá-la. ficou feliz de nos ver mas penso. não soube quem eramos.   

quarta-feira, 15 de abril de 2015

A flor de lótus

O significado da flor de lótus começa em suas raízes – literalmente! A flor de lótus é um tipo de lírio d’água, cujas raízes estão fundamentadas em meio à lama e ao lodo de lagoas e lagos. O lótus vai subindo à superfície para florescer com notável beleza. O simbolismo está especialmente nesta capacidade de enfrentar a escuridão e florescer tão limpa, tão bonita e tão especial para tantas pessoas.
À noite as pétalas da flor se fecham e a flor mergulha debaixo d’água. Antes de amanhecer, ela levanta-se das profundezas novamente, até ressurgir novamente à superfície, onde abre suas pétalas novamente. Por causa desse ritualismo, os egípcios antigos associavam a flor de lótus com o deus do sol Ra, porque a flor se fecha durante a noite e se abre todas as manhãs com o ressurgimento do sol.
É também a única planta que regula o seu calor interno, mantendo-o por volta dos 35º, isto é, a mesma temperatura do corpo humano. Outra característica peculiar são suas sementes, que podem ficar mais de 5 mil anos sem água, somente esperando a condição ideal de umidade pra germinar.
O significado da flor de lótus começa em suas raízes – literalmente! A flor de lótus é um tipo de lírio d’água, cujas raízes estão fundamentadas em meio à lama e ao lodo de lagoas e lagos. O lótus vai subindo à superfície para florescer com notável beleza. O simbolismo está especialmente nesta capacidade de enfrentar a escuridão e florescer tão limpa, tão bonita e tão especial para tantas pessoas.
À noite as pétalas da flor se fecham e a flor mergulha debaixo d’água. Antes de amanhecer, ela levanta-se das profundezas novamente, até ressurgir novamente à superfície, onde abre suas pétalas novamente. Por causa desse ritualismo, os egípcios antigos associavam a flor de lótus com o deus do sol Ra, porque a flor se fecha durante a noite e se abre todas as manhãs com o ressurgimento do sol.
É também a única planta que regula o seu calor interno, mantendo-o por volta dos 35º, isto é, a mesma temperatura do corpo humano. Outra característica peculiar são suas sementes, que podem ficar mais de 5 mil anos sem água, somente esperando a condição ideal de umidade pra germinar.

Do Tempo da Outra Senhora: Efemérides de Abril (Nova versão)

Do Tempo da Outra Senhora: Efemérides de Abril (Nova versão): 15 de Abril A 15 de Abril de 1516, Isabel de Aragão (1270-1336), esposa de el-Rei D. Diniz (1261-1325) é beatificada por Leão X (14..

Obrigada professor por nos dar a ler a nossa história de e por agora a da Rainha Santa Isabel no ano passado tive uma visita guiada ao convento de Santa Clara .

.