Continuo
hoje a percorrer a história e neste caso a minha última visita guiada a todo o Castelo o belíssimo legado que nos
deixaram ao longo dos séculos muitas obras de restauro tiveram de ser feitas.
Muito
lutaram, mas deixaram esta admirável maravilha
Convento de Cristo é um dos monumentos mais prestigiados de Tomar, e de Portugal. Este edifício majestoso é famoso pela sua mistura única de estilos arquitectónicos, que reflectem a sua longa e diversificada história, desde os tempos dos Cavaleiros Templários. Visto a construção de vários edifícios, nos quais estão incluídos vários claustros e um enorme coro, ter sido feita no decorrer de muitos séculos, resultou numa estrondosa mistura de estilo Manuelino, com uma pitada de gótico, algumas influências mouras e, nas colunas, um toque tanto coríntio como toscano.
O Infante D. Henrique foi um dos Grão-Mestres mais famosos da Ordem. O Infante usou boa parte dos recursos financeiros da Ordem para custear as suas explorações no século XV, assegurando à Ordem o seu lugar nos livros de história. O Convento de Cristo foi também o local onde se formou a União Ibérica, em 1581, quando Filipe II de Espanha foi também reconhecido como Filipe I de Portugal. A União Ibérica durou até 1640 e foi durante a sua existência que se construiu o aqueduto.
Em 1810, as tropas de Napoleão transformaram o Convento em base militar. Isso causou danos consideráveis no edifício, mas ainda assim, prevaleceu como um dos legados arquitectónicos mais importantes do país.
O Convento tem bastantes pontos de interesse, que incluem a sua entrada majestosa, os lindos murais e esculturas da charola, a nave Manuelina do século XVI, os oito claustros, a janela ornada, a cruz da Ordem de Cristo e a esfera armilar, emblema de D. Manuel I e de Portugal.
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