sábado, 25 de julho de 2015
Quinto Império - Templários: Palavras de António Botto Quintans ontem na apres...
Quinto Império - Templários: Palavras de António Botto Quintans ontem na apres...: Desde 1985 que a Quinta da Moita Longa abriu as suas portas ao Turismo Rural. Desde então, foram muitas as histórias que fui contando sobr...
sexta-feira, 3 de julho de 2015
Feito por artista portugues
O artista Alexandre Farto, que assina como Vhils, criou o rosto
de Amália Rodrigues em calçada portuguesa, em colaboração com calceteiros da
Câmara de Lisboa, uma obra que será desvendada na quinta-feira e vai ser capa
de um disco.
A obra, que teve “dois a três meses de preparação mais quatro
semanas de trabalho com os calceteiros” da Câmara de Lisboa e da Escola de
Calceteiros de Lisboa, é a primeira de Vhils em calçada portuguesa, contou o
próprio à agência Lusa.
Alexandre Farto escolheu trabalhar com este material, “muito
importante para a história de Lisboa”, para “valorizar o lado artístico da
calçada portuguesa e os calceteiros”. “A ideia era mais fazer uma colaboração
com os calceteiros do que ter uma obra minha, misturando duas linguagens e
fazendo um paralelismo com a arte pública mais antiga da cidade”, disse.
O desafio para criar o rosto da fadista partiu de Ruben Alves, o
realizador de “A Gaiola Dourada”, que quando idealizou a capa do disco que
andava a preparar – “Amália, As Vozes do Fado”, uma homenagem com fadistas da
nova geração – se lembrou que “o fado é uma música urbana que nasceu nas ruas”,
tal como o trabalho de Vhils.
“Ele aceitou logo o desafio e foi mais longe do que a minha
proposta, sugerindo que o rosto fosse feito em calçada portuguesa”, contou
Ruben Alves à Lusa.
Apesar de ser em calçada portuguesa, o retrato “aparece como uma
onda do mar que [começa no chão e] subiu a parede”, explicou Vhils,
acrescentando: assim, quando chover, “faz chorar as pedras da calçada”, havendo
uma ligação ao fado.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Almoço Atalaia
Uma tarde
bem passada apesar da tristeza do ambiente de idosos que eu e maioria dos
amigos nos encontramos Neste almoço partilhado com instituições do concelho de
centros de dia No meu caso e de algumas
amigas da Academia Sénior ligadas ao mesmo estamos autónomas mas é a maneira de
sentir que este é o futuro que esperamos mais dia menos dia á maioria de nós.
Mas tentei por agora não pensar muito e almoçar em paz as sardinhas assadas
batatas cozidas com casca salada pão de milho e melão este, foi mais um ano que
pude estar presente tal como em anos anteriores, obrigada a voluntárias que
ajudaram a proporcionar e aos dirigentes dos vários centros com simpatia
cuidaram para que nada faltasse .
Lourinhã
1/7/2015
Manuela
Mergulhão
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Termas do Vimeiro
As Termas do Vimeiro ao abandono do que foi uma estancia termal resta tudo fechado o Hotel de nome internacional de verão tudo cheio resta a solidão .
Fui até lá com a minha amiga Virgínia a portagem que nos levaria a ver a beleza do rio Alcabideche já nem abre .
(Uma desilusão vim de retorno )
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Capela S João Batista.
História
A data de edificação da Quinta da Cerca
permanece ainda vaga, sabendo-se apenas que se trata de um solar típico dos
séculos XVII-XVIII.
A capela terá sido
construída numa fase posterior à da construção do edifício principal.
Sabe-se que o tecto da capela foi trazido da Quinta do Pombal, também em Almada, na altura em que a quinta pertencia à família Teotónio Pereira. Pensa-se que a Quinta da Cerca e o antigo Convento de S. Paulo terão sido um única propriedade, devido à proximidade dos dois edifícios e à confluência dos seus terrenos.
Sabe-se que o tecto da capela foi trazido da Quinta do Pombal, também em Almada, na altura em que a quinta pertencia à família Teotónio Pereira. Pensa-se que a Quinta da Cerca e o antigo Convento de S. Paulo terão sido um única propriedade, devido à proximidade dos dois edifícios e à confluência dos seus terrenos.
Durante as Invasões
Francesas esta casa serviu de aquartelamento ao regimento de Junot sedeado em
Almada.
A quinta foi passando
de proprietário em proprietário, até ser totalmente abandonada. Em 1974, após a
revolução do 25 de Abril, a casa é ocupada por alguns serviços do Hospital de
Almada, que necessitava de espaço.
Em 1988 a Casa da Cerca é comprada pela Câmara Municipal de Almada e restaurada.
A reutilização do espaço começa ainda em 1989, com a VI Festa de Teatro de Almada. Desde então todas as edições do Festival Internacional de Teatro de Almada são, anualmente, apresentadas na Casa da Cerca.
Em 1988 a Casa da Cerca é comprada pela Câmara Municipal de Almada e restaurada.
A reutilização do espaço começa ainda em 1989, com a VI Festa de Teatro de Almada. Desde então todas as edições do Festival Internacional de Teatro de Almada são, anualmente, apresentadas na Casa da Cerca.
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Abre as portas como
Centro de Arte Contemporânea em 1993, recebendo desde essa data reconhecidos
artistas e exposições, de projecção nacional e internacional.
Arquitectura
A Casa da Cerca insere-se nas tradicionais quintas de recreio, tendo sido alvo de várias intervenções ao longo dos séculos cujas marcas perduram na linguagem barroca e romântica do edifício.
Pensa-se que o nome da Quinta tem a ver com a proximidade a uma das cercas da zona mais antiga de Almada, que assegurava a defesa da vila desde a Idade Média. A própria rua onde se situa o actual Centro de Arte Contemporânea chama-se Rua da Cerca e ainda são visíveis parcelas dessa “cerca”. A Quinta da Cerca prolonga-se por 14 000 m2 tendo sido, em tempos, composta por logradouro, terras de semeadura, vinhas, horta, pomar e jardim. Actualmente conserva a capela, a cisterna e arrecadação.
A Quinta da Cerca revela um modelo clássico da arquitectura civil dos séculos XVII – XVIII, através de uma planta em U, de fachadas simples e lineares, sendo este edifício considerado o maior e mais característico exemplar de arquitectura civil setecentista da cidade.
Arquitectura
A Casa da Cerca insere-se nas tradicionais quintas de recreio, tendo sido alvo de várias intervenções ao longo dos séculos cujas marcas perduram na linguagem barroca e romântica do edifício.
Pensa-se que o nome da Quinta tem a ver com a proximidade a uma das cercas da zona mais antiga de Almada, que assegurava a defesa da vila desde a Idade Média. A própria rua onde se situa o actual Centro de Arte Contemporânea chama-se Rua da Cerca e ainda são visíveis parcelas dessa “cerca”. A Quinta da Cerca prolonga-se por 14 000 m2 tendo sido, em tempos, composta por logradouro, terras de semeadura, vinhas, horta, pomar e jardim. Actualmente conserva a capela, a cisterna e arrecadação.
A Quinta da Cerca revela um modelo clássico da arquitectura civil dos séculos XVII – XVIII, através de uma planta em U, de fachadas simples e lineares, sendo este edifício considerado o maior e mais característico exemplar de arquitectura civil setecentista da cidade.
Pensa-se que poderá
ter sido moradia de uma família da burguesia ascendente ou talvez casa de
férias de uma família nobre.
Os azulejos que decoram a capela são
setecentistas, de desenho figurativo a azul cobalto, representando a
Anunciação, a Visitação, a Adoração dos Pastores, a Adoração dos Magos, s.
Francisco, Stº António e o Cristo Crucificado.
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